Por razões pessoais, tenho um contato próximo com alunos de um colégio internacional, no Porto. Ao chegarem ao 12º ano, os melhores alunos já nem sequer pensam em ir para as universidades portuguesas.
Há duas razões de
fundo para esta escolha: a primeira prende-se com o facto de, nem os alunos nem
os pais, acreditarem num futuro brilhante para os jovens, neste país à beira
mar plantado; a segunda está associada a uma perda de prestígio das
universidades portuguesas, ao contrário do que se apregoa nos nossos media.
Um país em que que
os seus jovens não veem futuro nele é um país a empobrecer. Foi assim no estado
novo, e será assim nos próximos anos, se nada fizermos para o inverter.
O cantar de emigração, do Adriano Correia de Oliveira, é uma canção que tem tanto de beleza como de tristeza. É quase impossível de a ouvir sem ter vontade de chorar!
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